29 de set de 2009

Prefiro não comentar sobre dias ruins...

Assiti:

- Sociedade dos Poetas Mortos - Pela trucentésima vez. E gostei.
É um daqueles filmes que, cada vez que revemos, nos renovam as idéias, inspirações e aspirações.
"O Captain! My Captain!"...
;)
E ver Robert Sean Leonard [o Dr. Wilson, melhor amigo do Dr. Gregory House] tão novinho... que fofo.



É. Tou tendo dias ruins.
Neste momento estou escrevendo com uma terrível dor nas costas, depois de ter tomado um analgésico pra dor de cabeça... [e não teria efeito contra qualquer dor esse maldito analgésico? tanto pras costas como pra cabeça? só sei que não era pra estar sentindo dor alguma... enfim...]

Sei que ando ausente [pra quem escrevia quase todo dia].
Mas pretendo tomar jeito [depois que tomar muito analgésico].
Espero voltar em breve pra contar como foi a viagem para Atibaia no começo do mês e também mostrar algumas fotos da Adventure Fair, do Revelando São Paulo e outras coisinhas mais...

22 de set de 2009

Bad days

Fui à Atibaia. Voltei.
Minha apresentação foi um lixo.
[Opinião minha. A do professor deve ser pior... :P]
Não consegui fazer muita coisa.
Facebook tomando meu tempo.
Nem li ainda a Época Negócios desse mês, que curiosamente é sobre o Facebook.
:)
Os trabalhinhos da facu da minha mãe tão me tirando do sério.
Minha mãe tá me tirando do sério.
:(
Não vi nenhum filme.
Estou planejando a promo do mês que vem.
:)
E o concurso público ainda não me convocou.
:P
Queria já estar trabalhando...
Ser concursada é bom. O que mata são essas demoras com toda "burocracia" do governo...
Paciência.
Muita paciência...

18 de set de 2009

Eu vou. Vamos aí?

Convido a todos que puderem ir:


O Grupo Drummond de Teatro apresenta o seu mais novo espetáculo: "Enquanto Isso .. .". Uma comédia de colagens de textos contemporâneos com Direção Geral e Adaptação de Niveo Diegues.
Nesta narrativa o Grupo pretende mostrar o comportamento, as relações humanas, o cotidiano das pessoas em diferentes momentos e situações da vida.
A Peça faz uma panorâmica do Homem Contemporâneo, em diversos lugares no Mundo, usando um estilo de Teatro de Revista, com cenas curtas, muito humor, diferentes gêneros musicais e um forte ritmo na seqüência das histórias que compõem a peça.
Autores: Carlos Drummond de Andrade, Millôr Fernandes, Luiz Fernando Veríssimo, Willian Shakespeare, Fernando Sabino, Jorge Luiz Borges, Robert Laing, Roland Barthes, Clarisse Lispector, entre outros .
Com Adaptação e Direção Geral Niveo Diegues
Com Grupo Drummond de Teatro

Local:
Teatro Drummond
Rua Francisco Marengo, 1470 - Tatuapé
Dias:
25, 26, 27/09 (sexta, sábado e domingo) - 20Hs e
02, 03, 04 e 05/10 (sexta, sábado e domingo e segunda) - 20Hs
Entrada franca
Recomendação: 13 anos.
Maiores informações e agendamento para grupos com a Diretora Waldenize no telefone: 2942-1488

17 de set de 2009

Coelho branco correndo com relógio...

Assisti:

- A chave mestra - O início é obscuro mas depois que se descobre quem é a velhinha, perde a graça.
A menina cheia de boas intenções em cuidar de velhinhos terminais não convence.
Vale assistir à noite na Globo, num sábado tedioso... :P

- O último rei da Escócia - Cheguei a pensar que Amin era bipolar. Sabe quando a pessoa tem "canal 1" e "canal 2"? Huahuahua...
Assisti porque é um filme que Gillian Anderson [eterna agente Scully de Arquivo X] aparece. Aliás, aparece bem sem graça... A terceira esposa do presidente Amin realmente parece muito mais simpática, sensual e tentadora.
Forrest Whitaker realmente é o foco do filme e chama atenção sempre que está em cena. A gente sempre fica com aquela sensação de "O que é que ele vai aprontar agora com doutorzinho?" mas também de santo o jovem médico escocês nada tem, né?
O gracinha do James McAvoy que faz o Dr. Garrigan só se ferra. Mesmo quando parece levar alguma vantagem. :P
Muita ingenuidade pra pouca pessoa.

- Viagem a Darjeeling - Adoro Owen Wilson e por isso assisti este filme.
Adrien Brody só tem uma expressão??? Ok... ok... [tá concorrendo com o Nicolas Cage pra esse "título"]
A surpresa fica pra Jason Schwartzman e seu bigode, paquerador de garotas que servem limonadas. Hehehe...
Um filme que de início tinha a promessa de mostrar lugares encantadores da Índia acaba por mostrar outro lado desconhecido e talvez até mais interessante, fora do foco dos turistas que por ali viajam. Os pequenos vilarejos, os lugares "no meio do caminho" por onde o trem passa.
E o que faz Bill Murray neste filme além de só aparecer? Huahuahua...
O fim é realmente como se livrar do peso, aquela carga desnecessária, que é o passado.
Não chega a fazer chorar, mas emociona.



Atrasada. Estou atrasada.
Mas isso não é um problema.
Só fica uma correria de pensamentos dentro de mim.
Por fora, tranquilidade...



Mês que vem vai ter promoção neste blog.
Aguardem.

14 de set de 2009

Tem coisas que nunca queremos lembrar

E outras que nunca queremos esquecer.
Assisti:

- Brilho eterno de uma mente sem lembranças - De início o filme parece um pouco confuso. Algumas coisas não fazem sentido. Mas logo vai se esclarecendo... e apesar do final feliz, a gente chora. Chora porque sabemos que se fosse possível, cometeríamos o mesmo erro dos personagens de tentar apagar de nossas vidas todas as lembranças das pessoas que nos fazem sofrer. E isso é um erro enorme. Sofremos porque temos boas lembranças com estas mesmas pessoas. Tão boas lembranças que não merecem de maneira alguma serem apagadas. Lindo filme. Chorei.



Essa semana foi agitada.
Fui na Adventure Fair e no Revelando São Paulo.
(fotos no meu Orkut)
Estou um pouco cansada, mas alegre pelos bons momentos.
Matei saudades da Deza Travia e conversamos até cansar...
Tudo com Jerê acompanhando pacientemente. Um amorzinho ele.

... cansada.
É isso.

10 de set de 2009

Pré-conceitos de vários tipos

Assisti:

- Orgulho e Preconceito - Filme maravilhoso. Cenários, roupas, trilha sonora... Já tinha interesse em ler a obra de Jane Austen, agora tenho certeza de que lerei o livro.
Por coincidência, é exatamente o livro que Meg Ryan diz ler em "Mensagem para você" (veja post anterior) e é tema de várias conversas com Tom Hanks no filme.

- A Vila - Eu já tinha visto o filme e resolvi revê-lo. Night Shyamalan sabe criar aquele clima de suspense, mesmo que seja pra contar uma mentira. E neste caso, sabe levar a mentira adiante. Um bom filminho pra assistir no sábado à noite. :)

- O Pianista - Um filme puxa outro, já reparou? Adrien Brody, que também fez "A Vila" com Shyamalan (e acabei de falar desse filme mais acima) , aparece aqui como o protagonista deste filme do genial Roman Polanski.
O filme de 150 min. se arrasta como se o tempo custasse pra passar, mas vale cada longo minuto.
O início tem um clima bem parecido com o de "A Lista de Schindler" mas muito antes da metade, toma seu próprio rumo e tem seu ápice no momento que toca piano para seu inimigo. Quando tudo parece perdido... surge uma solução inesperada. Trilha sonora maravilhosa. Vale assistir até o último segundo dos créditos, quando o filme realmente acaba. ;)



Não dormi.
Passei a madrugada mandando fotos que minha mãe tirou para os amigos dela...
Perdi o sono.
Assisti filmes demais.
Quem sabe hoje durmo cedo.

9 de set de 2009

Over the raimbow again...

Assisti:

- Mensagem para você - Este filme está longe de ser o melhor de todos os tempos. Também não é um dos mais memoráveis. A dupla de protagonistas Tom Hanks e Meg Ryan é pra lá de manjada. Então por quê gostei do filme? Simples: Ele cria situações que quase todo mundo já passou. Faz citações de filmes e livros que adoramos lembrar. Mostra que realmente algumas coisas são muito mais interessantes do que pensamos, desde que estejamos dispostos a ver o mundo com outros olhos.
Tenho que concordar com Joe Fox que "O Poderoso Chefão" realmente tem todas as respostas. Pena que eu não lembre delas... E é uma pena que há tão poucas pessoas realmente interessantes neste mundo. Ao menos, neste mundo em que vivo...

Ah! Já ia me esquecendo...
"Over the raimbow" novamente porque na trilha sonora deste filme traz a memorável música cantada por Judy Garland em "O mágico de Oz" (veja o post anterior).

Além do arco-íris...

Assisti:

- O mágico de Oz - É interessante ver como os efeitos especiais daquela época ainda nos impressionam. E a idéia de tudo ficar colorido quando Dorothy abre a porta e se vê em outro mundo? Genial. O visual está longe de ser o mais maravilhoso do mundo, mas tudo é muito encantado, cheio de cor e de mistérios. E Judy Garland tem uma voz inesquecível. :) Vale cada minuto assistido.

Esses últimos dias andam chatos demais.
:(
Muita chuva.

8 de set de 2009

Comprinhas...??? Não!!!

Assisti:

- Queime depois de ler - Gostei. Brad Pitt tá todo maluquinho e saiu de cena na hora certa. :)
Os demais atores passam nulos pelo filme... :(

- Os delírios de consumo de Becky Bloom - O título nacional acaba distorcendo um pouco o sentido. Becky é uma consumista compulsiva. Mas até que ela se saiu bem como a "garota da echarpe verde". Ainda bem que aqui no Brasil não tem tantas marcas famosas assim "pulando no nosso colo", senão os brasileiros que adoram um cartão de crédito iriam ficar bem pior que Becky...

6 de set de 2009

Tédio com um T bem grande pra você...

Assisti:

- Tropas Estelares - Achei fraquiiiiinho. Defender o mundo de insetos gigantes? :P
Pra melhorar, esse filme ainda tem mais duas sequências... [papa-níquel só...]

3 de set de 2009

Eu nasci há 10 mil anos atrás...

Assisti:

- Hair - E toda vez que vejo um filme sobre os hippies, fico me perguntando porquê não nasci antes??? (sou de 81... ) Sou uma deslocada em meu tempo, já que a maioria das pessoas que conheci me disseram que sou hippie. Mas é um problema ser hippie no século 21: drogas agora é "over", sexo e nudez já são permitidos na tv, homossexualidade é motivo de orgulho e já se pode ter mais de 30 anos e ainda ser sustentado pelos pais sem ser chamado de vagabundo. Rebelar-se pra quê? Do movimento hippie só sobrou o estilo e o "paz e amor"... Uma pena. Aquilo sim é que podemos chamar de jovens com atitude...
Guerras? Não!! Hoje soldados morrem por questões de estratégias econômicas do governo. Ninguém está falando de guerras...
Enfim: hoje é normal ser anormal.
Vai ver, eu realmente fui um hippie que morreu e reencarnei só pra continuar a viver e ver o mundo com outros olhos... Vai saber?
Fiquei com dó do nosso "hippie master" do filme. Não esperava aquele fim.
:(

2 de set de 2009

Inovação ou besteirol?

Assisti:

- A Bruxa de Blair - Ainda bem que o título original deixa bem claro que é um "projeto". Assustador? Onde? Parece filme de crianças no quintal de casa. Fraco. Fraco. Fraco. Só gostei do uso das câmeras pra dar essa sensação de que tudo está sendo filmado com câmeras pequenas... Mas eles são péssimos...

- A Bruxa de Blair 2 - Não satisfeita com uma porcaria, assisti duas porcarias. Pensa cá comigo: se fizeram uma continuação é porque alguma coisa era possível de se salvar... Gostei da idéia de dizer que as gravações nas fitas estavam invertidas, mas o papo de manipulação mental não colou. Todos ali já eram soltos de algum pino e dizer que não sabiam o que estavam fazendo é pura redundância. E quem foi o bêbado que filmou as cenas dos créditos?

- Amarelo Manga - O cinema brasileiro tem um péssimo clichê: qualquer filme pra ter aquele clima de "realidade" tem quem ter muito palavrão, sexo e pobreza. Putaqueopariu! Não precisa falar tanto putaqueopariu no filme... Todo mundo com cara de sonso nonsense... Não é à tôa que Matheus Nachtergaele acaba se destacando na trama toda. É o único que parece realmente sentir alguma coisa entre tantos personagens "maria-mole"... Era pra ser intenso mas se banalizou ao ponto de ficar descartável.



Minha lista de pendências e coisas a fazer anda crescendo.
Preciso otimizar meu tempo.
:P