12 de abr. de 2015

Birdman

"Há um mundo lá fora onde pessoas lutam todo dia para ser relevante.
E você age como se não existisse.
Coisas acontecem em um lugar que você ignora.
Um lugar que, aliás, já se esqueceu de você.
Quem diabos é você?
Você odeia bloggers, tira sarro do Twitter, nem tem um Facebook.
É você que não existe.
Você faz isso porque morre de medo, como todos nós, que você não importe.
E quer saber?
Tem razão, você não importa.
Isso não é importante.
Você não é importante.
Acostume-se."

Fico me perguntando até quando toda essa relevância virtual é tão importante para nosso ego.
Likes, views, retweets.
Gostaria de ser mais que cliques mecânicos.
Gostaria de poder mudar e melhorar a vida das pessoas...

Curiosamente, as pessoas mais felizes são as que mais acreditamos precisar de ajuda.
Saúde, água potável, alimentos, educação...
Talvez, realmente a ignorância seja uma bênção.

:/

1 de mar. de 2015

Groot is dancing in my mind...



Por que raios ainda não fizeram um Groot que dance ao ouvir música, como as "dancing flowers" (link) ou até mesmo como essas mais modernas florzinhas que dançam ao ficarem no sol???


8 de out. de 2014

Partiu Marte!


Cansado deste planeta? 
Insatisfeito com as eleições?
Partiu pra Marte!

Retire sua passagem para o primeiro vôo de teste aqui.

7 de dez. de 2013

Turandot - Royal Opera House - Cinemark


Muitos podem achar estranho ir ver uma ópera no cinema, com pipoca amanteigada e refrigerante grande.
Os valores de ingressos são assustadores (R$60,00 a inteira) que talvez nem em Londres pagaria tal quantia pra ver uma ópera no Royal Opera House (ingressos a partir de £3.00 a £175.00 na temporada passada, para referência). O ambiente é estranho para ópera, mas boas salas de cinema garantem também boa qualidade de áudio com direito a vista privilegiada das câmeras que não seriam possíveis sentadinho no seu lugar no teatro.
Turandot é uma obra de Puccini, cheia de amor e morte, em um estranho ambiente chinês criado pela imaginação de quem nunca foi à China.
A produção do ROH é mais simplista que a antiga versão com Monstserrat Caballé (Google it), porém cheia de cores e vozes que envolvem o espectador.
O início nos deixa apreensivos ao ver o tamanho do palco, pequeno e escuro, que cheguei a desacreditar que fosse possível encenar 3 atos tão gloriosos em tão restrito espaço.
A obra é envolvente e emocional. Tem horas que a vontade de puxar o lencinho é inevitável...


O trio Ping, Pong e Pang é quem conduz a história, trazendo as personagens e as levando embora. Por momentos parecem prever o fim, por outros, querem mudá-lo completamente. Três lindos moços com maravilhosas vozes.


Turandot não traz feições orientais sequer na maquiagem, apenas vestimentas e um longo cabelo (#offtopic meu cabelo é comprido e tá quase nesse tamanho... mas não é aplique... é natural... hahaha). Alguns gestos ainda tentam nos convencer, mas fica devendo. Ao menos sua voz é louvável. 
Acho, ao meu ver, que podiam trabalhar um pouco mais, afinal, ela é a princesa, personagem central da obra e merecia algo mais suntuoso para representá-la visualmente.
Calaf consegue ser envolvente, apaixonado e tem uma voz invejável (ok, confesso que gostei mais do Ping/Dionysius Sourbis, um belo grego) e Liu se revela mais do que apenas a serviçal ao fazer parte de tão crucial momento da ópera.


Achei também interessante fazerem intervalos entre os atos, mesmo no cinema. A obra tem cerca de 3h e os intervalos foram usados para interagir com a hashtag #ROHturandot pelo Twitter.
Como em algumas cidades a apresentação foi ao vivo e em outras, como em São Paulo-SP-Brasil (aqui), foi replay da apresentação, perde um pouco a graça do ineditismo, porém ganha em sua extensão de fronteiras, chegando em cidades onde sequer imaginariam ver uma ópera.

Em alguns momentos não tem legenda (levei um tempo pra entender que repetiam alguns trechos da letra) e ficou estranho eu tentando entender o que estavam cantando. 

Ver um teatro inglês com uma ópera em italiano encenando chineses deu nó nas ideias.

Recomendo.
Melhor que The Voice, sabe? ;)

16 de nov. de 2013

Se o mundo não está bom para você, talvez o errado não seja você.

Acho ótimo quando não estou em crise.
Quando não estou triste demais.
Quando não estou pensando na morte.
Quando não preciso ficar dando explicações a todos que me cercam.

A zona de conforto é uma merda.

Everytime in my head something says to change the world.
Not only do something nice, but something for ever.

Só preciso encontrar o caminho certo.